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Caleidoscópio Jukebox #1

por Faust Von Goethe, em 26.10.12




Parov Stelar- The Princess

Single do CD duplo The Princess (2012)

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publicado às 22:08

Não me apetece

por Carlos Roberto, em 26.10.12

Ultimamente torna-se insuportável ouvir ou ver qualquer tipo de notícias tanto na tv como na radio, as pessoas são bombardeadas constantemente pelas dificuldades da vida que não conseguem ter tempo para ouvir outros que parecem que vivem uma realidade paralela. As estacões de televisão em tempos tinham programas de stand-up comedy que ajudavam os serões a serem mais leves e no entanto nessas alturas não se podia dizer que a sociedade estava tão estrangulada como agora, esta seria sim a altura de apostar em conteúdos que chamassem as pessoas ao écran e não o contrario. Não precisamos de programas como alguns da Rtp que pretendem debater os problemas da sociedade mas já se tornaram tão previsíveis que dá a impressão que são nada mais do que uma caixa de ressonância do sistema. Esta é a altura ideal não só de reinventar a roda sobre o ponto de vista empresarial mas também sobre o ponto de vista comunicacional, onde está o humor que brinca com a sociedade e com todos os defeitos que ela tem ? De certo que se houvesse uma nova atitude seria tudo mais fácil, ou as estacões de televisão só utilizaram o humor quando lhes dava jeito deitar abaixo um governo se um certo senhor que está em Paris ?

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publicado às 18:16

O novo deus animal

por Diogo Dantas, em 26.10.12

Sempre tive animais de estimação em casa. São uma óptima companhia e camaradas que tornam o caminho mais plano e suportável. Também por isso, temos obrigação de os tratar dignamente. Não faz sentido outro tipo de comportamento. Mas numa sociedade egocêntrica e com indivíduos cada vez mais solitários, os exageros deixam de ser meras excepções. Devemos proteger e respeitar os animais, a natureza e o sistema ecológico que nos rodeia. Mas daqui ao extremismo absurdo do que nos rodeia, é caso para sublinhar que se calhar vivemos mesmo numa nova Idade Média do pensamento e do comportamento humano.

 

O que me surpreende é que, mesmo não acreditando na alma, o ser humano não pode ser cientificamente comparado a um animal. Aliás, nunca entenderei as pessoas que devotam a vida a proteger animais quando há seres humanos a morrer devido à ignorância e maldade; nunca entenderei quem compra comida gourmet para animais de estimação quando há crianças a morrer à fome ao nosso lado.

 

Posso compreender a pobreza de espírito que exalta o animal como novo deus, posso ter compaixão das pessoas que substituem o animal de estimação pelo companheiro ou filho que não têm a coragem de ter. Mas há um grande atestado de estupidez em formalizar a nova ideologia corrente que eleva o animal e teima em diminuir o ser humano na mesma proporção. Há uma coisa que um cão, ou qualquer outro animal, tem e que nós andamos a perder: o instinto de sobrevivência e de preservação da espécie. 

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publicado às 11:31




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