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Reflexão Bizarra sobre o 1º Dezembro

por Faust Von Goethe, em 01.12.12



Para além da celebração da Restauração da Independência de Portugal-ou o último 1º de Dezembro (?!)- celebraram-se também os 190 anos da coroação de D. Pedro I (D. Pedro IV de Portugal) como Imperador do Brasil.

Após a independência do Brasil face a Portugal, o nome Portugal deixou de fazer sentido para definir a nossa identidade enquanto país, uma vez grande parte das cortes [de Portugal] assim como muitos Portugueses que emigraram para o brasil, optando pela nacionalidade brasileira.

Uma vez que no próximo ano já não iremos celebrar o 1º Dezembro, talvez fosse melhor pensarmos em mudar o nome do país para Bratugal (=Brasil + Portugal). E porquê?

Primeiro, porque deixámos de ter soberania [financeira]. Segundo, porque grande parte da população Portuguesa-tal como há cerca de 200 atrás-decidiu emigrar para países como Brasil, desistindo [literalmente] de Portugal.

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publicado às 21:28

Coragem e respeito

por Antero Neves, em 01.12.12

Encostado à porta da cozinha de minha casa, mais ou menos confortável, discutia com a minha família as taxas, impostos e afins que este governo vai atirando para cima dos portugueses e foi encostado que me apercebi que o meu pai estava encostado à chaminé, a minha mãe encostada ao fogão e a minha esposa encostada ao armário e que todos encostados criticávamos, defendíamos, atacávamos, idealizávamos... encostados. Nesse momento tive vontade de sair dali e terminar a minha participação na discussão, não por estar farto dela ou de quem nela também participava mas por vergonha, a vergonha de estar a criticar, a defender, a atacar, a idealizar sem ter coragem de fazer alguma coisa... e não há desculpa para esta falta de coragem, facto que só vem agravar o meu sentimento de vergonha: não há desculpa.

Depois deste episódio fiquei mais atento a todos, e a vergonha individual que sentia passei a senti-la por muita gente.

Senti-a por aqueles que nunca tendo feito nada na vida criticam técnicos que queimaram/queimam as pestanas todos os dias para fazer alguma coisa, senti-a por aqueles que se queixam no facebook da falta de dinheiro através do seu Iphone 5 e senti-a por aqueles que vomitam as ideias que lhes puseram no prato e acabaram mal digeridas sem respostas ao quem, quando, como, onde, o quê e porquê.

Compreendo os que tendo o coração na boca dizem tudo o que lhes vai na alma mas o insulto não ganha o respeito daqueles que vos ouvem, pelo menos o meu não o levam, e se as coisas estão assim tão mal, tenham coragem de reconhecer que até fazerem tudo ao vosso alcance para as melhorar, não fizeram nada. E tudo é muita, mesmo muita coisa! Porque há aqueles que por irem a uma manif. ou fazerem uma greve pensam que são os salvadores do país... para mim manifestações (tirando as de alegria e afecto) e greves são formas preguiçosas de disfarçar a acção.

Penso que depois daquele episódio que descrevi acima, o meu cérebro se transformou numa espécie de fluído não-newtoniano em que acções drásticas, ideias radicais, pressões estúpidas e insultos deixaram de penetrar, e apenas aqueles que demonstram envolvimento sincero e total na acção o conseguem invadir.

Julgo que fiquei melhor.

Querem o meu respeito? Mostrem-me a vossa coragem.

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publicado às 16:26

Regresso na máxima força

por Faust Von Goethe, em 01.12.12

Já aqui tínhamos anunciado que Francisco José Viegas tinha regressado à blogosfera [nacional]. Na última semana regressou ao post it.

A título pessoal, espero que continue na máxima força.

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publicado às 10:09

Financiamento da Educação por Parte do Estado-Uma rapidinha.

por Faust Von Goethe, em 01.12.12

 

Numa altura que se discute o papel do estado na educação, mais propriamente, o modelo de financiamento do ensino público por parte do estado, pergunto-me eu :

"Porque não fazer um know-how de todas as escolas públicas que têm condições para passar a cooperativas?"

A passagem a cooperativa por parte das escolas públicas, seria provavelmente uma óptima possibilidade do ensino público poder vir a ser financiado também através da iniciativa privada. Seria apenas uma ideia.

 

Que pensam desta alternativa?


Imagem: Retirada da galeria de fotografias "Escola Aberta 2012", uma iniciativa [anual] da Escola Secundária Dª Inês de Castro (ESDICA), Alcobaça. Para os que não sabem, esta foi a escola secundária-pública-onde estudei antes de entrar para a Universidade.

 

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publicado às 09:46




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