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Como engraxar botas

por John Wolf, em 11.12.12

 

1. Certifique-se que as botas estão secas.

2. Com uma brussa remova a sujidade geral (terra ou pó) com um movimento uniforme e num sentido apenas.

3. Humedeça uma esponja e passe pelas botas incluindo as solas.

4. Humedeça uma segunda esponja e aplique sabão Inglês directamente sobre o couro.

5. Com uma acção vigorosa cubra a totalidade da superficie das botas com a referida esponja até levantar espuma.

6. Remova o excedente com um pano.

7. Aguarde 30 minutos para que as botas sequem um pouco.

8. Aplique o condicionador de couro para que o couro mantenha a sua elasticidade.

9. Aguarde 30 minutos para que o condicionador seja absorvido.

10. Humedeça uma bola de algodão e recolha um pouco de graxa da lata e aplique nas botas.

11. Aguarde 30 minutos para que a película de graxa seque.

12. Enfie um braço no cano da bota e com a outra use uma escova fina para levantar brilho.

13. Quando o brilho estiver uniforme, calce "na mão" uma meia de vidro ou de cetim e passe sobre a totalidade da superfice das botas.

14. As botas estarão efectivamente engraxadas quando espelharem a sua cara "grosso modo".

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publicado às 14:32

Uma parte apenas do problema...

por John Wolf, em 31.10.12

 

Gostaria de saber se existe uma dimensão da sociedade Portuguesa totalmente virgem e impoluta, com as mãos limpas, que não praticou o jogo das amizades e favores, das trocas e baldrocas. Começo a ficar farto dos intelectuais e artistas (opinion makers, comentadores, jornalistas, editores, académicos e escritores, entre outros) que batem que se farta nos "outros" (como se existissem os outros!), mas que esquecem que fazem parte do sistema, que nasceram a partir dessa matriz de poder, e que são parte do problema - farinha do mesmíssimo saco. Se é para desconfiar de tudo e limpar a casa, então que nenhuma divisão fique esquecida. O conceito de "intocável" não pode servir os intelectuais. Eles não pensam...eles não pensam por nós. Diria que com o andar da carruagem e com tantos fantasmas a sair dos armários, estão com medo, apavorados. Aposto que em breve os podres serão descobertos, destapados com a mesma vulgaridade com que se deseja "sanitizar" os meandros da economia e das finanças. A revolução tem de ser justa e abrangente, repartida irmãmente pela rapaziada. Para que se possa recomeçar sem vestígios da patologia. Da doença que não escolhe as vítimas.

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publicado às 13:19




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