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Mais um número da TAIME Magazine.

por Faust Von Goethe, em 14.01.13

 

Imagem retirada daqui.

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publicado às 12:39

O fruto proibido do Ano Novo.

por John Wolf, em 16.12.12

12 Passos de Natal. Não engula. Cuspa.

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publicado às 17:28

Leituras pelo Caleidoscópio #2

por Faust Von Goethe, em 14.11.12

 Imagem: delitada do blog Página Global.

 

Boas leituras!

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publicado às 18:46

Façamos uma Estátua ao nosso Primeiro-Ministro, já!

por Faust Von Goethe, em 14.11.12

 

Na sequência das declarações recentes do secretário de estado Sérgio Monteiro, sugiro que se tire as medidas para a estátua a Passos Coelhos com base na estátua de Ivan Pavlov-imagem acima- erguida em Ryazan, Rússia. A razão é muito simples:

À semelhança de Pavlov, que usou cães como cobaias para testar a teoria behavorista de Watson, Passos Coelho pretende fazer algo semelhante, salvo algumas diferenças. A teoria behavorista a ser validada é a austeridade [cega]. As cobaias, essas são os portugueses.

Como o processo de consolidação orçamental Português é por si um hino à ciência macro-económica, pois temos o melhor povo do mundo-segundo o nosso ministro das finanças-e o melhor ministro das finanças do mundo-segundo Wolfgang Schaube, a quando da última visita de Vítor Gaspar a Berlim-nada melhor que continuar a esmifrar cobaias como forma de justificar o laudatio ainda em vida assim como continuar a mostrar serviço para uma eventual promoção de Vítor Gaspar a membro executivo do BCE.

No caso da ideia da estátua ir avante, espero que a matéria-prima a usar para a construir seja paga por conta de dívida [aos bancos alemães]. Porque no caso de não lhes conseguirmos pagar [parte da dívida], podemos sempre penhorar a dita estátua, ou até mesmo dá-la como pagamento ao governo alemão, na esperança que estes a coloquem no museu Pergamon-em Berlim-junto do templo grego que se encontra no átrio principal do museu.

 

Leitura complementar: O Estado da Nação por mim n'O Ouriço.

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publicado às 09:13

Leituras pelo Caleidoscópio #1

por Faust Von Goethe, em 06.11.12
A propósito do tema da "refundação" [do estado social], sugiro como leituras:

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publicado às 13:56

Verdades de La Palisse sobre o Governo e o Sporting

por Faust Von Goethe, em 23.10.12
  1. Enquanto houver crise no Sporting, não se discute a crise no governo.
  2. Antes ir o Sporting a eleições que o país a eleições.
  3. Se o Toni fosse do Sporting, teria havido Manifs? Não! Era tudo discutido em assembleia geral e/ou em conselho de ministros.
  4. O que Eduardo Barroso tem em comum com Paulo Portas? São ambos Sportinguistas.
  5. O que Godinho Lopes tem em comum com Passos Coelho? Parece que estão ambos de saída, mas ainda continuam por lá.
  6. O que o cargo de treinador do Sporting tem em comum com o cargo de ministro das finanças? Todos criticam quem está no cargo, mas ninguém quer ir para o cargo.
  7. Porque é os Sportinguistas que escrevem neste blog, quando escrevem, criticam apenas o governo? Para não criticarem o seu clube do coração.

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publicado às 15:42

La Palissadas inspiradoras por quem nos deve ler-ou devia...

por Faust Von Goethe, em 23.10.12

Eu a 13.10.2012 : "ao consumir dou lucro aos patrões, dou trabalho a uns quantos empregados. Porque encontrando-me dentro de uma grande superfície, não me encontro na rua corromper a democracia. La Palisse se fosse vivo diria o mesmo."


Adenda #1: Não sei se Passos Coelho e/ou os seus acessores nos anda(m) a ler. Se não anda(m), devia(m) :D.
Adenda #2: Para o Camilo Lourenço que só sabe fazer contas de somar e diminuir subtrair, apenas para lembrar que para se efectuar o cálculo da dívida pública, em percentagem, temos de considerar o rácio D/PIB, onde D representa a dívida [pública] líquida e PIB o produto interno bruto. Ora se o PIB está a diminuir, porque a economia se encontra em contração, então a dívida pública aumenta porque é inversamente proporcional ao PIB. Para quem tem uma formação sólida em matemática, esta relação é mesmo lapalissiano trivial! 

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publicado às 15:11

Estamos saturados disto!

por Faust Von Goethe, em 20.10.12

A nossa saturação já vai muito para além da austeridade e do “ que se lixe a troika”. Estamos mais que saturados dos discursos moralistas de Passos Coelho, das conferências enfadonhas de Vítor Gaspar, do patriotismo exacerbado de Paulo Portas, dos discursos parcos da oposição, da ataraxia de Cavaco Silva, assim como da inépcia de toda a classe política, em geral.

De uma minoria activa de descontentes, passámos a uma multidão furiosa encadeada pelos soundbytes da comunicação social, que tem semanas em que dispara contra governo e lobbies instalados, e outras em que nos tenta convencer que não há saída possível senão dar-se um passo em frente, mesmo sabendo que nos encontramos à beira de um precipício e que qualquer passo em falso pode significar a nossa desgraça. 

Errar é humano. Persistir no erro não é sinal de inexperiência [governativa]. É sinal de estupidez. E é esse o caminho que o governo chefiado pelo incumbente Vítor Gaspar pretende seguir “custe o que custar”, ignorando por completo os relatórios recentes da ONU assim como os reptos vindos da directora e do economista-chefe do FMI.

A substituição do aumento da TSU aos trabalhadores pelo agravamento e progressão nos escalões do IRS resume-se a mais do menos. A um saque aos rendimentos das famílias, a uma morte anunciada da economia de retalho que vive às custa dos pequenos comerciantes e dos consumidores, ao aniquilar de hipóteses de investimento, tanto a nível interno como ao investimento vindo do exterior. Por mais que Álvaro Santos Pereira e Assunção Cristas tentem vender que este Orçamento de Estado tem medidas que visam ao potenciar do crescimento económico e ao estimular do empreendedorismo em áreas como a economia e a agricultura, uma coisa ficou clara para aqueles que já tiveram oportunidade de ler as linhas gerais do Orçamento de Estado para 2013. Quem vai pagar os devaneios de Santos Pereira, Cristas e dos restantes ministros [empenhados em fazer obra] não é o investimento replicativo. São os contribuintes.

Para um governo prestes a celebrar ano e meio no poder, que tenta empurrar com a barriga as responsabilidades deste orçamento de estado hostil para a anterior governação-ou para a “festa socialista”, como lhe chamou Álvaro Santos Pereira- mas que quer tributar à força bruta grande parte dos rendimentos dos trabalhadores e empresas, está também a seguir a via do socialismo. É o chamado socialismo capitalista, mais à esquerda do que o socialismo preconizado pelos partidos de esquerda como disse há semanas João Duque, actual presidente do ISEG, e que esteve para ser ministro das finanças deste governo, o que não deixa de ser icónico e irónico.

Só há portanto um antídoto contra toda a contestação social encabeçada por ex-ministros [das finanças], por ex-presidentes da república e conselheiros de estado. Fazer cedências e renegociar o orçamento, antes que a sede de vingança palaciana tome o lugar da fome por se fazer justiça nas urnas.

O problema não está na rua, no folclore das manifestações, nos arraiais de professores não-contratados, nas vigílias dos novos desempregos em frente às empresas que abriram falência. Está em quem é o responsável pelo cumprimento do memorando e que tem a obrigação de zelar pelo consenso social alargado, assim como de saber o que está [realmente] a fazer.

A decisão da maioria parlamentar-encabeçada por PSD e CDS/PP em aprovar este orçamento pode ser vir a ser criticada partidos da oposição assim como a ser alvo de chacota em praça pública.
Governo, maioria parlamentar assim como partidos da oposição têm a responsabilidade de fazer um esforço herculeano para equacionar todos os cenários possíveis. A confiança dos cidadãos nos seus políticos precisa de ser restituída para que o consenso social seja mais que um simples contrato de circunstância. Para bem de Portugal e dos Portugueses, este terá de ser fidelizado na sua plenitude por governo, trabalhadores, patrões e restante sociedade civil. Porque a nossa margem de manobra ainda é curta para se renegociar o que quer que seja com a troika num futuro não muito distante. É que a teimosia de Passos Coelho assim como a insensatez de Vítor Gaspar e dos demais, pode vir a hipotecar o futuro do país dentro e fora de portas [e de Portas].

O regresso anunciado aos mercados- já em 2013-será apenas o princípio da retoma para alguns, em especial das corporações que operam no PSI20- como são os casos da PT e EDP que podem emitir obrigações para se financiarem a médio e a longo prazo. Para os restantes, a retoma passa essencialmente pela estabilidade fiscal, pelo [hipotético] investimento estrangeiro em Portugal e pelo captar pequenos e médios aforradores como forma de fazer face ao corte de financiamento por parte da banca. Porque nos tempos que correm, aqueles que p.e. emigram acabam por levar consigo o pouco que lhes resta, e não fazem intenções de enviar parte dos seus rendimentos para Portugal. A livre circulação de capitais assim como a globalização têm destas coisas.

Já que falamos de banca, permitam-me que faça um pequeno parêntesis sobre Fernando Ulrich e sobre as suas declarações em entrevista ao programa De Caras [na RTP1].  Aqueles que criticaram e se escandalizaram com as declarações de Fernando Ulrich, que se mostrou disponível para “absorver” e dar formação a alguns dos desempregados nos quadros do BPI ao invés de ficarem em casa a viver às custas de prestações sociais, deviam ter-se comovido por Ulrich ser um dos poucos empregadores em Portugal que se mostra preocupado em dar uma oportunidade a todos aqueles que por aí se queixam que ninguém lhes dá uma oportunidade para mostrarem o que [realmente] valem. Isto sim, poderá ser uma forma de se evitar que os nossos melhores quadros saiam de Portugal!

Se fizermos um voto de penitência colectivo, chegamos à conclusão de que a capacidade de gerar empregos a curto e médio prazo está nas mãos de grandes empregadores como Fernando Ulrich. Recusar que pessoas como Ulrich tentem dar o seu contributo para potenciar o emprego em Portugal, começando pela formação de base, não será apenas um grande problema para governo, mas também um problema nosso. Porque ter de emigrar e nunca mais voltar não é traição à pátria. É desistir da pátria. E por cada jovem emigrante que parte para destino incerto, é menos um jovem trabalhador a assegurar a sustentabilidade do estado social- ou será que ainda ninguém reparou neste pormenor?

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publicado às 14:10

Passos Coelho: «Sou de uma raça de homens que paga o que deve»

por Carlos Roberto, em 12.10.12

Lá voltamos outra vez com a história da "raça", já o antigo líder do PSD de seu nome Cavaco Silva também há uns anos disse no dia 10 de Junho que era o dia da "raça". Eu pergunto "mas que raça ? a raça ariana ? será que existe raça lusitana ?" a resposta é simples não há raça lusitana, nós somos o resultado de séculos de misturas entre várias raças desde as guerras com os Romanos até à invasão da península por parte dos árabes e por fim a mistura com pessoas originárias das colónias. Quanto à parte principal da questão "pagar", claro que é muito fácil usar o dinheiro que não é dele ... mas depois de o ver a cantar ópera na televisão já acredito em tudo.
Eu sou daqueles que defende "todos diferentes / todos iguais" a minha raça é a Humanidade, não vamos longe com discursos divisionistas como mais este do Sr.Coelho. Também sou daqueles que mantem a minha palavra, mas claro para o Sr.Coelho isso já não se aplica porque não sou  da mesma "raça" que ele. 

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publicado às 15:40

A Salvação e a Crença

por Faust Von Goethe, em 05.10.12

 

Os portugueses foram durante anos pecadores e esbanjadores compulvisos. Como viveram acima das suas possibilidades, terão agora de pagar e de se sacrificar para obter a salvação das suas almas penadas. Segundo as novas medidas do governo, o preço a pagar passa [essencialmente] por aumentos brutais do IRS e IMI. O sacrifício passa por um menor poder de compra e, em alguns casos, o ter que devolver a casa ao banco, passando assim a viver como verdadeiros mendigos.

Segundo os partidos da oposição, em especial os que não assinaram o Memorando de Entendimento (MoU), a salvação [de Portugal] deveria ser gratuita, ou por outras palavras, "nada teremos que dar ou fazer para sermos salvos". Será?

Ora vejamos: A bíblia ensinou-nos que a salvação deveria ser gratuita “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamene, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”  (Romanos 3:23, 24). Porém, “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).

Na bíblia, Deus interveio e assumiu a culpa do homem (cf. Isaías 53:6). E Jesus Cristo-encarnação da a alma de Deus-ao assumir os pecados do homem e provou o castigo, morrendo na cruz.

Tanto na bíblia como na realidade, pediram-nos que nos entregássemos a ele(s) e o(s) aceitássemos como nosso(s) salvador(es), com a diferença que na bíblia um só homem foi sacrificado-Jesus Cristo na cruz-ao par que na realidade Passos Coelho, Vítor Gaspar [e restantes membros do governo] recusaram-se até à data, sacrificar-se a "eles", i.e. o estado e as suas gordurinhas pecaminosas.

O governo de Passos é portanto um governo de crentes, mas não em Deus. É crente em si e sobre si. O problema é que [já quase] ninguém crê neste governo e muito menos nestas medidas.

 

Leitura Complementar: Quando só resta o caminho da fé

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publicado às 10:40




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