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Ultimamente tenho andado com a vista cansada. Deve ser das lunetas...

Portugal seria hoje um país bem diferente-para melhor- se em vez de Portugal se chamasse Bratugal e se tivesse deslocalizado, em tempos, a capital de Lisboa para Rio de Janeiro, cidade que fica aproximadamente à mesma longitude de Luanda e Joanesburgo. Tenho dito.
Durante a guerra, hastear uma bandeira ao contrário significava a presença do inimigo e consequentemente a perda de soberania. Vimos hoje na Câmara de Lisboa, durante as comemorações restritas do aniversário da proclamação da República, o Presidente Cavaco hastear a nossa bandeira ao contrário. Lapso ou acção deliberada de protesto oculto, o certo é que Deus escreveu direito por linhas tortas. Como aconteceu noutras épocas, este país está refém de dois inimigos. Um externo (o mandante) e um interno (o executante) apostados em destruir uma nação com mais de oito séculos de história. A bandeira do município assumiu a verdadeira situação do país. E assim deve continuar até à libertação de Portugal.
Fonte: blog Nação Valente.